À você,
nunca vi,
nunca ouvi,
não se deu tempo de abraçar,
um bom gosto insubstituível.
Seu vestido de seda, sua forma de falar.
Nada será como antes.
Não é somente pelo 14 de Julho que estamos juntos e sim pelos mesmos amores.
Mesmo de longe,
Tenho parte de ti,
Sim,
ê, coisa complicada.
sou paranormal.
Assim como amo quem fui e quem serei.
César Augusto.
quarta-feira, maio 20, 2009
Cidadezinha.
Curioso, lendo meus próprios textos transmito uma solidão tremenda, isto nem sempre é verdade. Alías, não é verdade. Eu sou assim, "pirado", diferente e extremamente complicado. Muito engraçado, porque essa falta de identidade? Pô, vivi apenas 16 anos.
Quero o igual, mas o igual não me atrai.
Cidadezinha, sim, ela não é para mim. Deixo para aqueles, sim aqueles mesmos que odeiam História, eles são dignos da cidadezinha. Uma "cabeça" pensante, são 60 segundos por minuto, 60 minutos por hora, 16 horas por dia (que é o que em média estou acordado), e assim sucessivamente toda a adolescência, se é que por aqui ela passou, e se passou foi muito rápido.
Adulto, velho e chato? Imagine, gostaria de entender porque odiar tanto anos vividos, nunca anos perdidos, a sim, concordo, existem exceções, dando continuidade... deixe para lá, nem é tão importante assim. Vou indo para mais uma de minhas seções "Sem parar de pensar". Vou tentar entender porque escrevo aqui? Ou sou maluco, ou as pessoas precisam muito crescerem e se desenvolverem, lembre-se: nunca tome como exemplo o infeliz caso do desenvolvimento do nosso país, desde que o Brasil existe ele anda em desenvolvimento, e por enquanto, no aspecto educação e cultura, estamos longe do desenvolvimento, desenvolva antes que ela venha te levar. Para onde e quem vai levar não sei, mas dizem por aí que seu nome é morte.
Curioso, lendo meus próprios textos transmito uma solidão tremenda, isto nem sempre é verdade. Alías, não é verdade. Eu sou assim, "pirado", diferente e extremamente complicado. Muito engraçado, porque essa falta de identidade? Pô, vivi apenas 16 anos.
Quero o igual, mas o igual não me atrai.
Cidadezinha, sim, ela não é para mim. Deixo para aqueles, sim aqueles mesmos que odeiam História, eles são dignos da cidadezinha. Uma "cabeça" pensante, são 60 segundos por minuto, 60 minutos por hora, 16 horas por dia (que é o que em média estou acordado), e assim sucessivamente toda a adolescência, se é que por aqui ela passou, e se passou foi muito rápido.
Adulto, velho e chato? Imagine, gostaria de entender porque odiar tanto anos vividos, nunca anos perdidos, a sim, concordo, existem exceções, dando continuidade... deixe para lá, nem é tão importante assim. Vou indo para mais uma de minhas seções "Sem parar de pensar". Vou tentar entender porque escrevo aqui? Ou sou maluco, ou as pessoas precisam muito crescerem e se desenvolverem, lembre-se: nunca tome como exemplo o infeliz caso do desenvolvimento do nosso país, desde que o Brasil existe ele anda em desenvolvimento, e por enquanto, no aspecto educação e cultura, estamos longe do desenvolvimento, desenvolva antes que ela venha te levar. Para onde e quem vai levar não sei, mas dizem por aí que seu nome é morte.
Frustrações.

Estranho perdido sem fim
No fim me vejo perdido
meus olhos veem coisas estranhas
que estão nas entranhas
Lágrimas dos olhos solitárias
Solitário olhar ao longe
Continuo estranho perdido sem fim.
Não posso dizer que isso é natural,
natural são coisas banais.
A morte, ela é banal.
Vejo as ruas, as pessoas, os faróis, o ar.
é diferente das outras vezes.
Convexo e concâvo, reflexos diferentes.
Vontade do fim
Um fim que não tem vontade
E continuo estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
Devo à você,
Devo à mim,
Devo à toda a humanidade, arrogante e indiferente.
Nem tudo que eu sinto transmito,
entenda. Somos únicos até mesmo em nossas sensações.
Eles, não, não compreendem, nem ao menos entendem.
E continuo estranho perdido sem fim.
Grandes conquistas,
para onde caminhamos? Definivamente.
Pirado, maluco.
Estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
Não, isto não vale um tempo que se perde.
Isto vale uma vida que se constrói.
Uma sedenta vontade de ir além,
de se mostrar capaz.
Limitados. Pequenos. Entendidos.
Odeiam História. Pois é.
Estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
O grande estranho perdido sem fim, e que no fim se vê perdido.
César Augusto.

Estranho perdido sem fim
No fim me vejo perdido
meus olhos veem coisas estranhas
que estão nas entranhas
Lágrimas dos olhos solitárias
Solitário olhar ao longe
Continuo estranho perdido sem fim.
Não posso dizer que isso é natural,
natural são coisas banais.
A morte, ela é banal.
Vejo as ruas, as pessoas, os faróis, o ar.
é diferente das outras vezes.
Convexo e concâvo, reflexos diferentes.
Vontade do fim
Um fim que não tem vontade
E continuo estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
Devo à você,
Devo à mim,
Devo à toda a humanidade, arrogante e indiferente.
Nem tudo que eu sinto transmito,
entenda. Somos únicos até mesmo em nossas sensações.
Eles, não, não compreendem, nem ao menos entendem.
E continuo estranho perdido sem fim.
Grandes conquistas,
para onde caminhamos? Definivamente.
Pirado, maluco.
Estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
Não, isto não vale um tempo que se perde.
Isto vale uma vida que se constrói.
Uma sedenta vontade de ir além,
de se mostrar capaz.
Limitados. Pequenos. Entendidos.
Odeiam História. Pois é.
Estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
O grande estranho perdido sem fim, e que no fim se vê perdido.
César Augusto.
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