domingo, maio 31, 2009
quinta-feira, maio 28, 2009
O sol que se mantêm lá fora não é o sol que se mantêm aqui dentro.
As cores de lá não são as cores daqui.
Estou diante de caminhos ainda não trilhados e a opção é minha.
Eu não moro mais em mim.
Lembro-me das manhãs únicas que se passaram
Havia como obrigação somente acordar
Não existia ainda a necessidade de escolher.
De ser o único responsável por escolhas.
Os olhos são os mais sinceros.
Não escondem,
Me perco no descompasso dos pensamentos
As palavras se foram.
César Augusto
As cores de lá não são as cores daqui.
Estou diante de caminhos ainda não trilhados e a opção é minha.
Eu não moro mais em mim.
Lembro-me das manhãs únicas que se passaram
Havia como obrigação somente acordar
Não existia ainda a necessidade de escolher.
De ser o único responsável por escolhas.
Os olhos são os mais sinceros.
Não escondem,
Me perco no descompasso dos pensamentos
As palavras se foram.
César Augusto
terça-feira, maio 26, 2009
segunda-feira, maio 25, 2009
A partir de hoje, pretendo escrever nem que sejam três palavras por dia.
Como tudo é sempre muito igual em uma rotina infelizmente sempre programada, resolvi me ocupar escrevendo, e consequentemente pensando para escrever.
Deitei em minha cama e senti como se nela houvesse muito espaço, senti como se estivesse caindo, e tive alguns pesadelos pelos quais perdi o sono.
Me lembro de uma música, porque lembrar dela neste momento desconheço, talvez meu subconsciênte compreenda.
César Augusto.
Vero
"O que se vê é vero
o teu sabor eu quero
mas nem só beleza eu vi.
Vi cidades degradadas
pessoas desamparadas
nas grades da solidão
Fogos nos campos nas matas
queima de arquivo nas praças
chovia nas ruas do meu coração
Vi cidades turbulentas
chacinas sanguinolentas
pensei que morava nas terras do mal
Choro dos filhos, maldades
fora dos trilhos, cidades
pensei que sonhava e era tudo real
Vi uma estrela luzindo
a minha porta bateu
querendo me namorar
lua cheia clareava
imaginei que sonhava e era tudo real
Niguém mais coça bicho de pé
nem niguém caça mais arrastapé
viva é assim é o que é."
(Maria Rita)
Como tudo é sempre muito igual em uma rotina infelizmente sempre programada, resolvi me ocupar escrevendo, e consequentemente pensando para escrever.
Deitei em minha cama e senti como se nela houvesse muito espaço, senti como se estivesse caindo, e tive alguns pesadelos pelos quais perdi o sono.
Me lembro de uma música, porque lembrar dela neste momento desconheço, talvez meu subconsciênte compreenda.
César Augusto.
Vero
"O que se vê é vero
o teu sabor eu quero
mas nem só beleza eu vi.
Vi cidades degradadas
pessoas desamparadas
nas grades da solidão
Fogos nos campos nas matas
queima de arquivo nas praças
chovia nas ruas do meu coração
Vi cidades turbulentas
chacinas sanguinolentas
pensei que morava nas terras do mal
Choro dos filhos, maldades
fora dos trilhos, cidades
pensei que sonhava e era tudo real
Vi uma estrela luzindo
a minha porta bateu
querendo me namorar
lua cheia clareava
imaginei que sonhava e era tudo real
Niguém mais coça bicho de pé
nem niguém caça mais arrastapé
viva é assim é o que é."
(Maria Rita)
sexta-feira, maio 22, 2009
Monday
Life still goes on
Like weeks that come and go
Some people are like mondays
And some others precious gold
Beyond the deepest land of truth
Beyond what means
Beyond what is
The walls around my heart
It is sunny but cloudy inside
Get past my monday morning
It's so hard to see you go
I don't care
Oh no...
Get past this sounds of winter and move on to the next girl
I don't know
I didn't think so...
It is sunny but cloudy inside.
(Monday, Carlo Dall'anese.)
Life still goes on
Like weeks that come and go
Some people are like mondays
And some others precious gold
Beyond the deepest land of truth
Beyond what means
Beyond what is
The walls around my heart
It is sunny but cloudy inside
Get past my monday morning
It's so hard to see you go
I don't care
Oh no...
Get past this sounds of winter and move on to the next girl
I don't know
I didn't think so...
It is sunny but cloudy inside.
(Monday, Carlo Dall'anese.)
Proposta de redação feita pelo colégio, e logo abaixo minha redação.
"No seu modo de ver, quais os maiores problemas que angustiam a vida moderna? O medo? A guerra? A fome? A solidão? A desigualdade social?"
Ignorância e Sociedade: Somos responsáveis.
Com o quadro de sociedade atual podemos dizer que não se trata de um problema único e exclusivo, e sim um grupo completo de agravantes que contribuem para os problemas.
Quando nos referimos à sociedade, compreende-se vários aspectos que se deve considerar, lembrando que o "moderno" é somente o resultado da história.
Constituímos a vida moderna, temos direta ou indiretamente responsabilidade sobre angústias, solidão, medo e guerras. A única exceção que devemos levar em conta é a desigualdade social, que como já dito logo, o passado é responsável.
A formação pessoas vem se perdendo ao longo dos tempos e contribuindo para a ignorância, as pessoas não dão as devidas importâncias a assuntos que mereciam extrema atenção.
Isto irá de mal a pior, pois como dito por grandes escritores: "Existe um imaginário erro de Deus, limitou a sabedoria dos homens, mas se esqueceu de limitar-lhes também a ignorância." Compreendemos que nossa qualidade de vida é reflexo de vários aspectos.
César Augusto.
"No seu modo de ver, quais os maiores problemas que angustiam a vida moderna? O medo? A guerra? A fome? A solidão? A desigualdade social?"
Ignorância e Sociedade: Somos responsáveis.
Com o quadro de sociedade atual podemos dizer que não se trata de um problema único e exclusivo, e sim um grupo completo de agravantes que contribuem para os problemas.
Quando nos referimos à sociedade, compreende-se vários aspectos que se deve considerar, lembrando que o "moderno" é somente o resultado da história.
Constituímos a vida moderna, temos direta ou indiretamente responsabilidade sobre angústias, solidão, medo e guerras. A única exceção que devemos levar em conta é a desigualdade social, que como já dito logo, o passado é responsável.
A formação pessoas vem se perdendo ao longo dos tempos e contribuindo para a ignorância, as pessoas não dão as devidas importâncias a assuntos que mereciam extrema atenção.
Isto irá de mal a pior, pois como dito por grandes escritores: "Existe um imaginário erro de Deus, limitou a sabedoria dos homens, mas se esqueceu de limitar-lhes também a ignorância." Compreendemos que nossa qualidade de vida é reflexo de vários aspectos.
César Augusto.
quarta-feira, maio 20, 2009
À você,
nunca vi,
nunca ouvi,
não se deu tempo de abraçar,
um bom gosto insubstituível.
Seu vestido de seda, sua forma de falar.
Nada será como antes.
Não é somente pelo 14 de Julho que estamos juntos e sim pelos mesmos amores.
Mesmo de longe,
Tenho parte de ti,
Sim,
ê, coisa complicada.
sou paranormal.
Assim como amo quem fui e quem serei.
César Augusto.
nunca vi,
nunca ouvi,
não se deu tempo de abraçar,
um bom gosto insubstituível.
Seu vestido de seda, sua forma de falar.
Nada será como antes.
Não é somente pelo 14 de Julho que estamos juntos e sim pelos mesmos amores.
Mesmo de longe,
Tenho parte de ti,
Sim,
ê, coisa complicada.
sou paranormal.
Assim como amo quem fui e quem serei.
César Augusto.
Cidadezinha.
Curioso, lendo meus próprios textos transmito uma solidão tremenda, isto nem sempre é verdade. Alías, não é verdade. Eu sou assim, "pirado", diferente e extremamente complicado. Muito engraçado, porque essa falta de identidade? Pô, vivi apenas 16 anos.
Quero o igual, mas o igual não me atrai.
Cidadezinha, sim, ela não é para mim. Deixo para aqueles, sim aqueles mesmos que odeiam História, eles são dignos da cidadezinha. Uma "cabeça" pensante, são 60 segundos por minuto, 60 minutos por hora, 16 horas por dia (que é o que em média estou acordado), e assim sucessivamente toda a adolescência, se é que por aqui ela passou, e se passou foi muito rápido.
Adulto, velho e chato? Imagine, gostaria de entender porque odiar tanto anos vividos, nunca anos perdidos, a sim, concordo, existem exceções, dando continuidade... deixe para lá, nem é tão importante assim. Vou indo para mais uma de minhas seções "Sem parar de pensar". Vou tentar entender porque escrevo aqui? Ou sou maluco, ou as pessoas precisam muito crescerem e se desenvolverem, lembre-se: nunca tome como exemplo o infeliz caso do desenvolvimento do nosso país, desde que o Brasil existe ele anda em desenvolvimento, e por enquanto, no aspecto educação e cultura, estamos longe do desenvolvimento, desenvolva antes que ela venha te levar. Para onde e quem vai levar não sei, mas dizem por aí que seu nome é morte.
Curioso, lendo meus próprios textos transmito uma solidão tremenda, isto nem sempre é verdade. Alías, não é verdade. Eu sou assim, "pirado", diferente e extremamente complicado. Muito engraçado, porque essa falta de identidade? Pô, vivi apenas 16 anos.
Quero o igual, mas o igual não me atrai.
Cidadezinha, sim, ela não é para mim. Deixo para aqueles, sim aqueles mesmos que odeiam História, eles são dignos da cidadezinha. Uma "cabeça" pensante, são 60 segundos por minuto, 60 minutos por hora, 16 horas por dia (que é o que em média estou acordado), e assim sucessivamente toda a adolescência, se é que por aqui ela passou, e se passou foi muito rápido.
Adulto, velho e chato? Imagine, gostaria de entender porque odiar tanto anos vividos, nunca anos perdidos, a sim, concordo, existem exceções, dando continuidade... deixe para lá, nem é tão importante assim. Vou indo para mais uma de minhas seções "Sem parar de pensar". Vou tentar entender porque escrevo aqui? Ou sou maluco, ou as pessoas precisam muito crescerem e se desenvolverem, lembre-se: nunca tome como exemplo o infeliz caso do desenvolvimento do nosso país, desde que o Brasil existe ele anda em desenvolvimento, e por enquanto, no aspecto educação e cultura, estamos longe do desenvolvimento, desenvolva antes que ela venha te levar. Para onde e quem vai levar não sei, mas dizem por aí que seu nome é morte.
Frustrações.

Estranho perdido sem fim
No fim me vejo perdido
meus olhos veem coisas estranhas
que estão nas entranhas
Lágrimas dos olhos solitárias
Solitário olhar ao longe
Continuo estranho perdido sem fim.
Não posso dizer que isso é natural,
natural são coisas banais.
A morte, ela é banal.
Vejo as ruas, as pessoas, os faróis, o ar.
é diferente das outras vezes.
Convexo e concâvo, reflexos diferentes.
Vontade do fim
Um fim que não tem vontade
E continuo estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
Devo à você,
Devo à mim,
Devo à toda a humanidade, arrogante e indiferente.
Nem tudo que eu sinto transmito,
entenda. Somos únicos até mesmo em nossas sensações.
Eles, não, não compreendem, nem ao menos entendem.
E continuo estranho perdido sem fim.
Grandes conquistas,
para onde caminhamos? Definivamente.
Pirado, maluco.
Estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
Não, isto não vale um tempo que se perde.
Isto vale uma vida que se constrói.
Uma sedenta vontade de ir além,
de se mostrar capaz.
Limitados. Pequenos. Entendidos.
Odeiam História. Pois é.
Estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
O grande estranho perdido sem fim, e que no fim se vê perdido.
César Augusto.

Estranho perdido sem fim
No fim me vejo perdido
meus olhos veem coisas estranhas
que estão nas entranhas
Lágrimas dos olhos solitárias
Solitário olhar ao longe
Continuo estranho perdido sem fim.
Não posso dizer que isso é natural,
natural são coisas banais.
A morte, ela é banal.
Vejo as ruas, as pessoas, os faróis, o ar.
é diferente das outras vezes.
Convexo e concâvo, reflexos diferentes.
Vontade do fim
Um fim que não tem vontade
E continuo estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
Devo à você,
Devo à mim,
Devo à toda a humanidade, arrogante e indiferente.
Nem tudo que eu sinto transmito,
entenda. Somos únicos até mesmo em nossas sensações.
Eles, não, não compreendem, nem ao menos entendem.
E continuo estranho perdido sem fim.
Grandes conquistas,
para onde caminhamos? Definivamente.
Pirado, maluco.
Estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
Não, isto não vale um tempo que se perde.
Isto vale uma vida que se constrói.
Uma sedenta vontade de ir além,
de se mostrar capaz.
Limitados. Pequenos. Entendidos.
Odeiam História. Pois é.
Estranho perdido sem fim.
No fim me vendo perdido.
O grande estranho perdido sem fim, e que no fim se vê perdido.
César Augusto.
quinta-feira, maio 07, 2009
Instantes.
Num desespero profundo, os seus olhos perderam a vida que os habitava.
Por longos momentos já nada parecia valer a pena.
Tudo estava perdido.
Uma das coisas que mais amava tinha sido abalada por algo desconhecido.
Talvez tivesse sido o medo que lhe sustinha a fala enquanto dava à luz um horror encoberto, que o paralisava.
Mas ele sempre com um sorriso na cara disfarçou tudo e escondeu que estava a morrer por dentro. A morte beijou-lhe a face e desejou-o... mas ele não foi.
César Augusto.
Assinar:
Postagens (Atom)

