Dá medo das incertezas do dia seguinte, do viver sem sentido, sem razão.
Da monotonia das noites vazias, sem esperança ou motivação.
Dá medo de perder as palavras totalmente e romantismo nelas não mais haver.
Dá medo de não achar refúgio nas tempestades e nas revoltas ondas do mar dolente sofrer a angustia torpe de perceber o frio cortante do seu olhar ausente.
Dá medo...
terça-feira, outubro 20, 2009
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